Nigella Lawson e a Coxinha

A chef e apresentadora britânica Nigella Lawson está no Brasil para a divulgação de seu novo livro, Na Cozinha com Nigella. Um dos pontos em que Nigella passou foi a padaria Bella Paulista. Foi por lá que Nigella conheceu um dos pilares da fast food de pobre de raiz: a coxinha. E publicou uma foto em seu Twitter a tratando como merece: uma iguaria.

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Por Uma Coxinha Laica

Salvem, Sras e Srs que acordaram pela manhã e clamaram aos céus por uma atualização aqui no blog,

Pois bem, estamos aqui para atender seus mais profundo desejos. O que vamos publicar aqui hoje é um execelente texto que li no Blog Marketing de Cozinha. O autor, Danilo Miranda, discorre muito bem sobre nosso santo salgado, e como ele vem sofrendo intervenções nada saudáveis na sua feitura, invencionices, com aquelas de colocar maionese no sushi, por exemplo.

Mas chega de blá, blá, blá, e aproveitem o texto…

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Por uma coxinha laica

Coxinha. Cachorro-quente. Risoles (tem que ser no plural, li na Barsa). Pastel. Omelete. Apenas exemplos de coisas que não têm segredo: farinha, ovo, recheio. Assa, frita, ou algo do tipo. Perguntem para suas respectivas vós e mães. Pode ser uma delícia, Joel. Claro que pode. E é. Pois todas essas iguarias têm seus segredos. O frango assado e muito bem temperado, bem separado do Catupiry, na coxinha do FrangÓ, é demais. A coxinha suculenta do Veloso provavelmente é muito boa, mas não dá pra confiar em quem vai pra lá pra provar todas as caipirinhas gostosas pra, só depois, comer as coxinhas. Mas são boas. São belas as tardes no Veloso e no Brasamora.

A coxinha de rodoviária, normalmente, não é lá essas coisas. Há sempre que desconfiar de lugares em que as pessoas só estão de passagem. O mesmo serve para as redes Graaaaaaaaal. Nem o Gugu, que é dono da parada, come no Graaaal quando viaja de convencional na Viação Cometa pra levar o filho no Hopi Hari, no Wet ‘n Wild ou na Praia Grande. Foco, Danilo. Coxinha. A coxinha pode não ser muito boa em alguns lugares, mas é coxinha. Não é pra ser muita coisa (com exceção de lugares que tenham essa pegada extremamente retilínia e tradicional, como os bares ali citados). Você come um pão com manteiga, um pão na chapa, toma uma Tubaína (não vale as garrafinhas retrô vendidas a R$3,50 na Vila Olímpia e Berrini) e está tudo bem. Hoje tem coxinha, empada de frango ou disquinho frito de carne (huuum).

A coxinha não nasceu pra ser algo iluminado. Se o Paulinho da Viola fosse o inventor da coxinha, ele entoaria com sua bela voz:

minha coxinha não quer ser mais nada, não quer ser complexa, não quer ser sucesso. Minha coxinha quer ser só coxinha. E vem nos meus braços, morena, comer coxinha comigo, que é pra matar a saudade de algo o qual mal vivi ou evitava viver“.

Sendo assim, fiquem à vontade pra falar que adoram coxinha. Mas, por favor, não criem uma religião para a coxinha, ela não quer isso.

Sinto um pesar sincero no coração ao imaginar o quão bucólica deve ser a vida de quem acha coxinha do dia-a-dia algo extraordinário. Existem coisas melhores, sim, que coxinha. A não ser que vendam na porta da escola com drogas dentro, a coxinha não vicia (minha mãe sempre me alertou). E, não é querer ser elitista, ou tradicionalista, ou qualquer outra coisa, juro que não. Mas vamos combinar uma coisa: seria mais legal que as coxinhas fossem somente de frango, o que acham?

Na verdade, esta coxinha está de cabeça pra baixo. Se você virá-la, notará que ela está triste e tentando dizer: “por favor, me tirem daqui, olha o que fizeram com minha família ):”

Vamos cuidar melhor da nossa coxinha antes que a coxinha de R$8,90 de carne seca com tomate seco da Santa Coxinha, a melhor coxinha de São Paulo (segundo quem, ô bacharel?) domine nosso dia-a-dia e não possamos mais simplesmente levar uma vida comum, como todo cidadão tem direito, segundo lei federal nº 38489/8, parágrafo 4, de 1875. E vamos lutar não só por um estado laico, mas por uma coxinha laica também.

 

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Coxinha do Graal 125 Sul

Bom dia, Boa Tarde, Boa Noite

Primeiramente gostaria de pedir desculpas a todos os nossos leitores, pela falta de atualização. Esses meses foram bem confusos e bem cheio de coisas a fazer, finalização de época de estudos e inicio de um novo trabalho, que por sinal será bem aproveitado até para o Soy Loco Por Ti Coxinha, pois com ele irei viajar por diversos lugares do nosso querido Brasil e assim provarei a nossa tão amada iguaria nesse vasto território. Vou tenuatar e me esforçar para atualizar pelo menos quinzenalmente o Blog….

Para começar que tal o Santo Cone da rede de restaurantes rodoviários Graal?? Pois bem, voltando de uma viajem parei para almoçar em um dos restaurantes da rede, o Graal 125 Sul, e conferir o sacro salgado.

Vou ficar devendo as fotos, pois estava desprovido da máquina e sem bateria no celular .. humpf!!!

 

As notas:

Gabú
Casca 4
Massa
Leveza 6
Tempero  5
Espessura  4
Frango
Compactação  6
Tempero 5
Quantidade  6
Qualid. Do Desfiado  6
Conjunto da Obra Formato  7
Oleosidade  5
Sabor  5
Tamanho  6
Total  65

Custo: R$ 3,50

Comentários: A coxinnha é bem mediana mesmo. Não apresentava aquela casquinha que tanto apreciamos, era apenas uma fina camada de farinha dourada, mas sem destaque nem ao menos presença, parece que é parte da massa, não uma parte distinta. Quanto a massa, era boa, macia e parecia ser predominantemente de batata, entretanto faltou tempero, o que a deixou até adocicada, nem a pimenta deu jeito. O frango é também pouco temperado e não compensa a falta de tempero da massa…. Uma nano colherada de catupiry estava perdida ali no meio e nem era o Cartupiry de verdade, mas uma daquelas imitações bem sem vergonha, quase com gosto de farrinha!

VALE OU NÃO VALE?  VALE, mais ou menos!!!

 

Graal 125 Sul
(http://www.redegraal.com.br/m3.asp?cod_pagina=1166)
Rod. Dos Bandeirantes s/n km 125+30m – Pista Sul CEP:13450-000
Santa Bárbara D´ Oeste
Tel: (19) 3464-9700
Coordenadas Geográficas: 22º 49’ 00” S/ 047º 22’ 59” W
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Coxinha do Filial

Opa! “Óia nois qui tra veiz!”

É povo de Deus, estamos aqui de volta com um atraso fenomenal, mas estamos aqui. Outro dia fui ao Bar Filial para provar a coxinha e fazer um post para vocês, mas não foi somente esse o motivo da minha ida até lá. Na verdade fui ao Filial para uma entrevista com a jornalista gastronômica Glaucia Balbachan, do blog Empratado.

Mas o que é o Empratado e quem é Glaucia Balbachan? Deixo que ela mesma nos diga:

“Jornalista e pesquisadora na arte do “bem comer”, Glaucia Balbachan é uma eterna estudante na área do jornalismo gastronômico. Com espírito inquieto e de “disciplina Escoffiana”, ela não para nunca! Está sempre nos cafés, bares, restaurantes, bistrôs, pubs e confeitarias da cidade, para conferir e experimentar novos sabores, descobrir novas composições e pratos clássicos com apresentação repaginada. Tudo isso para contar um pouco do que acontece no universo gastronômico por aí.
O serviço empratado é um canal direto para experiências práticas e teóricas descomplicadas. É um espaço de troca de informações históricas e boas conversas sobre o dia-a-dia dos chefs de cozinha. 
 
Da vida árdua de ficar por horas dentro de uma cozinha quente até a finalização criativa de um prato. Esse profissional de doma branca é um alquimista do sabor. Desenvolto e líder, ele controla uma equipe de cozinha como ninguém.
Contudo, o interesse pela gastronomia e pelos profissionais, que nela atuam cresceu tanto, que já está virando um livro! Portanto, sirva-se!”

Então, ela convidou esse humilde blog para uma entrevista, que foi muito bacana, e que pode ser lida na integra Aqui ó: Entrevista.

 

Mas agora vamos ao que interessa, o que me dizem??

As notas:

Gabú
Casca  6
Massa
Leveza 6
Tempero  7
Espessura  6
Frango
Compactação  6
Tempero 6
Quantidade  7
Qualid. Do Desfiado  7
Conjunto da Obra Formato  6
Oleosidade  5
Sabor  7
Tamanho  7
Total  76

Custo: R$ 6,50

Comentários: A coxinha estava gostosa, senti falta de tempero na massa, que por sinal estava leve, mas ao fundo sentia o gosto de farinha, mesmo que bem leve. O recheio estava bom, mas careceu de um tempero mais presente.

 

Bar Filial
Rua Fidalga, 254  São Paulo, 05432-000
(0xx)11 3501-2880
http://www.barfilial.com.br/ 
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Como voce come sua Coxinha?

Caros Companheiros Coxinhólogos,

Queremos saber como você come sua coxinha! Aqui no blog, temos uma preferência por começar pelo bico, mas nao existe resposta certa para essa pergunta! O leitor Gianpaulo Fogagnoli mandou um e-mail perguntando qual seria a técnica correta, e então resolvemos saber de vocês qual a  melhor maneira de ser deliciar com esse quitute!

Não deixe de responder nossa enquete!

Um abraço!

 

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Coxinha da Pastelaria da Maria.

Salvem, Salvem, ditosos amantes do cone…

Sempre visando honrar nossos compromissos com vocês, que avidamente aguardam nossas atualizações, aqui vai mais uma.

Porém antes de faze-la, queremos agradecer a Todos que nas últimas semanas acessaram esse humilde reduto, aqueles que nos mandaram e-mails com boas dicas (que já estão anotadas no caderninho) e acessos a nossa Fanpage no Facebook….

Bom mas agora vamos tratar de negócios…

Hoje é dia de feira aqui perto de casa, e isso significa Pastel com Garapa, não é?! Sim, pequenos gafanhotos, mas claro que eu já fui com a ideia de provar também a coxinha. A barraca que escolhi, é a Pastel da Maria, já ganhadora de dois premios do melhor pastel de feira de São Paulo e eleito também o melhor pastel de Sampa pela Veja SP. Bom, mas o que tem o pastel com esse blog? Nada… Mas…. Na barraca da Maria também tem coxinha e claro que foi por conta dela que fui lá, afinal queria saber se o melhor pastel de SP tem uma coxinha a altura.

fonte: Site da Pastelaria

Já de cara percebi que elas não são fritas na hora, ficam em uma estufa daquelas de vidro, mas que não estava quente, logo ao toque percebi que o nosso santo salgado estava a temperatura ambiente. Poxa, se as fritadeiras estão ali a todo vapor fritando os tão aclamados pasteis, porque não fritar também a coxinha na hora?

Mas vamos deixar que as notas façam o seu papel e nos digam quanto vale essa coxinha…

As notas:

Gabú
Casca  4
Massa
Leveza  5
Tempero  7
Espessura  6
Frango
Compactação  6
Tempero 6
Quantidade  5
Qualid. Do Desfiado  7
Conjunto da Obra Formato  8
Oleosidade  5
Sabor  7
Tamanho  7
Total  73

Custo: R$ 3,00

Meus Comentários: A coxinha de feira foi uma boa pedida. A casca, acho que por já estar fria e armazenada na estufa, estava bem sem graça, nada de mais. A massa foi uma boa surpresa, massa não muito leve beirando a massa pesada, mas bem temperada, pareceu-me que ela é temperada com a água de cozimento do frango, pois até tem uma cor alaranjada; um pouco salgada. O Frango estava bem gostoso, tempero padrão, coloração cúrcuma clássica,  mas em relação ao tamanho da coxinha, deixou a desejar na quantidade, tanto que da metade para baixo, é só massa, que como já disse não é leve. Mas no geral foi satisfatória.

VALE OU NÃO VALE? Vale sim!!!!

Pastelaria da Maria – http://www.pasteldamaria.net.br/

Endereços:

Endereços - Fonte: Site da Pastelaria


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Soy Loco Por Ti Coxinha no Guia da Folha

Adoradores do Santo Salgado,

Na última sexta-feira (10/02/12), o Guia da Folha trouxe como matéria de capa, o nosso Sacro Cone:

A matéria foi escrita pelo jornalista Saulo Yassuda, onde ele fez um top 20 das melhores coxinhas da cidade de São Paulo na opinião do público em geral e de especialistas. Nós, aqui do blog, demos nossa participação como especialistas, e contribuímos com um Top 5 das melhores coxinhas na nossa humilde opinião, vejam só (na terceira coluna da esq. para a direita) :

Além disso ainda respondemos a uma grande questão desse mundo coxinheiro: “Você começa a comer pelo “bico” ou pela base:

Ficamos muito felizes em participar dessa matéria e ajudar a deixar o nosso amado salgado ainda mais famoso…

Para quem quiser ver o Top 20 que saiu na matéria é só dar um pulo aqui: Guia de Coxinhas.

Obrigado, mais uma vez, Saulo, pela oportunidade….

 

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A Maior Coxinha do Brasil

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Coxinha do Dona Daisy

Salvem, Salvem Criancinhas,

Hoje vamos falar do Sacro Cone do Bar Dona Daisy. O bar em questão ainda está começando, deve ter no máximo seis meses de vida. A primeira vez que fui lá foi a convite de amigos, e até me espantei quando eles me disseram o endereço, pois naquele lugar existia um boteco pé sujo, daqueles que só servem cervejas, pinga e torresmo peludo.. Mas como sei disso?? Eu frequentava esse buteco, afinal, em épocas de vacas magras é melhor ir ao pé sujo do que ficar sem uma geladinha no final de semana.

Bom! Chegando ao bar, fiquei surpreso, o local que não passava anteriormente de no máximo 30 metros quadrados foi praticamente aumentado, revelando-se um salão mais amplo praticamente 2,5x maior, e ainda um salão ao fundo em um nível mais baixo. Tudo muito bem iluminado, com decoração bem simples.

Fonte: Site do bar

Na primeira visita provei a coxinha, que estava, reconheço lamentável, mas os donos prometeram que iriam melhorar, então dediquei ao D. Daysi uma segunda visita. Logo que um dos donos me viu foi correndo à cozinha pegar duas coxinhas remodeladas para qu eu provasse. Na primeira mordida, já senti toda diferença, ela estava deliciosa… diametralmente oposta àquela que provei na primeira visita. E para fcar melhor ainda, a noite foi regada a Serra Malte.

A avaliação que vou colocar aqui, é da terceira visita, onde estavam também o casal Elder  e Jana do blog Boteco e Cerveja (@botecoecerveja), para ver uma avaliação do bar em si, com mais fotos é só dar um pulo lá. Ah! Os dois participaram também dessa avaliação…

Crédito da foto: Elder Puggina

Então vamos as notas:

Gabú Elder Jana
Casca  8,0  8,0 8,5
Massa
Leveza  8,0 8,5 9,0
Tempero  5,0  7,0 9,0
Espessura  7,0  9,0 9,0
Frango
Compactação  6,5 8,5 9,5
Tempero  7,0 8,5 9,5
Quantidade  7,0  9,0 9,0
Qualid. Do Desfiado  7,0  8,5 9,0
Conjunto da Obra Formato  5,0  6,5 6,0
Oleosidade  5,0  8,5  9,0
Sabor  7,5  9,0 9,5
Tamanho  5,0  8,5 7,0
Total  78,0  99,5 104

Custo: R$ 3,50 (unidade)

VALE OU NÃO VALE??? Depois da mudança da receita, Vale sim….

Aos comentários….

Gabú: A coxinha do supracitado, me surpreendeu na segunda visita. A massa, sem gosto de farinha derrete na boca, entretanto falta um tempero ali, pelo menos um pouco de sal. A espessura é ideal, não interfere no recheio, e por falar em recheio esse é muito gostoso, não tem catupiry, mas é úmido na medida certa e com tempero certo, sal e salsinha. A quantidade é ok, uma boa proporção para o tamanho do santo cone. Ela poderia ser um pouco maior, isso é fato, bem como poderia ter um formato mais clássico, pois ela é do tipo belas ancas, ou seja a parte da “bundinha” é desproporcional. 

Elder e Jana: Compareci até a Dona Daisy para bater papo e tomar cerveja e acabei tendo a honra de estar aqui analisando a coxinha no blog mais especializado do mundo! Não sou especialista, mas com certeza aprecio uma boa coxinha. E o da Dona Daisy me agradou bastante, sendo uma das melhores que provei nos últimos tempos. Graças a essa avaliação pude notar algumas coisas que me passavam desapercebido, como por exemplo o formato, que nesse caso para mim foi o detalhe negativo, estava amassado e achatado. Os positivos foram a casquinha, a massa e o tempero. Torço para que mantenham essa qualidade pois pretendo voltar muitas vezes, a combinação coxinha e cerveja cai muito bem!

Dona Daisy
R. Faustolo, 812. Lapa, São Paulo, SP
11 3862-0044
http://www.donadaisy.com.br 

 

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Aniversário

Em todo aniversário, ela esta lá. Quando voce é pequeno, ela também é pequena. Como eu, ela está reunida com os colegas no dia da festa. Crescemos, e vamos deixando para tras – com uma pitada de revolta – as coisas da infancia.

Algumas ficam. São estas coisas que te lembram como é gostoso ser criança de novo.  Não temos mais as balas de côco na mesa do bolo, que pegávamos com sorrateio na ansiedade do parabéns. Hoje, trocamos o bolo decorado pela pela mesa do bar. As coisas importantes permanecem. Dividir com os amigos alguns momentos de festa por mais um ano vivido. E sempre acompanhados dela, uma testemunha de todos os sabores da vida, que cresceu conosco, deixando de ser apenas um detalhe.

Esse ano, como todos os outros, brindei meu aniversário cercado dos amigos, comendo uma bela coxinha!

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